flash criativo


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Matando a cobra e mostrando o …!


Acredito, ser o primeiro fotógrafo, que mostra livremente e aberto, seu material bruto com erros e acertos pela net.

A idéia, não é mostrar que sou melhor que você, mas sim, mostrar que é possível contar uma história sem clicar desnecessariamente.

O material todo foi feito em JPEG, fotografei o MK do noivo e a cerimônia como o segundo fotógrafo e em alguns momentos, como o primeiro fotógrafo, para a empresa GROUP de São João de Rei.

Minha dica para se dar bem neste ramo é:

ESTUDE MUITO COM PROFISSIONAIS DE CONTEÚDO.

NÃO SE PREOCUPE SE VOCÊ NÃO TEM UM EQUIPAMENTO DE PONTA, QUEM FOTOGRAFA É SEU OLHO E SEU CORAÇÃO, O EQUIPAMENTO É O DE MENOS.

TENHA MUITAS REFERÊNCIAS, EM ALGUM MOMENTO VOCÊ PODE SE VER NELAS

DOMINE AS TÉCNICAS FOTOGRÁFICAS DE CAPTACÃO E EDIÇÃO, ASSIM TERÁ MAIS TEMPO PARA CURTIR SUA VIDA.

NUNCA DESISTA, SE VOCÊ ACREDITA MESMO SER POSSÍVEL E SER CAPAZ.

A lenda da profundidade de campo entre Full Frame x APS-C


Tenho visto muitas pessoas afirmando e matérias escrevendo que usar uma máquina Full Frame faz com que o fotografo trabalhe melhor e mais definido a profundidade de campo ou circulo de confusão a frente ou ao fundo do objeto focado!

Esta matéria é pra não deixar dúvidas sobre este assunto e você tirar suas próprias conclusões.

Tenho um amigo no meu face o Marcelo Floriano de Rezende que escreveu estes dias:

A mente humana é como um paraquedas, só funciona bem quando está aberta”.

Vamos lá, o que fizemos nestas duas fotos, a primeira foi com a Nikon D800 com a objetiva 50mm f2.8, a segunda com Nikon D7000 com a mesma objetiva e distância do objeto que no caso é o boneco do meu filho, a diferença é a superexposição na imagem para diferenciar na fusão.

O círculo de confusão ficou a cargo de lâmpadas de natal de led ao fundo da imagem.

Perceba o fator de corte, a imagem se encaixa super bem dentro da imagem Full Frame, mostrando que não há fator de multiplicação na imagem APS-C e sim fator de corte.

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Segunda imagem, veja o circulo de confusão no fundo , a profundidade de campo é a mesma.

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Ou seja, você está convencido agora que não existe diferença visível de profundidade de campo entre uma Full Frame e APS-C com a mesma objetiva e a mesma distância física?

Bom pra mim, ainda não vejo diferença suficiente para investir o dobro em uma Full Frame, mas vamos lá.

E se eu resolver fotografar com a mesma objetiva mas manter a proporção do corte, a D800 vai estar a frente e a D7000 vai estar atrás ou seja a D800 mais perto vai desfocar bem mais do que a D7000 que está atrás, veja com seus próprios olhos e tira sua conclusão!

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O agrupamento do círculo difere devido a distância física, mas o circulo de confusão é muito idêntico, a diferença existe sim, mas ela é muito pequena para seu olho ou seu cliente ver.

E sinceramente será que você é capaz de falar qual foto é a D800?

As duas com ISO 100, f5.6 1/2 de velocidade, lembrando que as duas estão com o mesmo preset interno.

A pergunta é:

Será que realmente vale a pena investir em uma máquina que custa R$ 8.000,00 onde a diferença de profundidade de campo a olho nú você não vê?

Saiba ser criativo com seu flash dedicado!


Quantas vezes eu escutei que não se usa mais flash, basta subir o ISO.

Cada vez mais eu tenho a certeza que o mercado de fotografia de casamento vem se enchendo de amadores brincando de ser fotógrafos, ou melhor…tem amador que é muito melhor do que fotógrafo profissional, mas no ramo de evento social ouve uma proliferação de gente ruim fazendo e falando besteira e cobrando muito barato.

Bom minha sincera opinião, quem fala que não se usa mais flash em casamento é porque não sabe usar o equipamento…PONTO FINAL.

Tenho 20 anos de fotografia e isso me chancela para dizer as verdades deste mercado que poderia ser o melhor do MUNDO, mas o EGO exacerbado de muitos fotógrafos não deixam isso acontecer!

Bom, desabafo escrito, vamos para o que interessa.

 

Veja a foto a baixo como sua máquina veria.

 

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foto: ISO 100 – f 8 – 1/80 de velocidade D7000 Nikon

Veja agora a mesma foto com técnica e flash dedicado.

 

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ISO 100 – f22 – 1/125 de velocidade D7000 Nikon

Os flash foram colocados um dentro da mesa de vidro e o outro em cima de uma mesa ao lado do vestido, ambos com o ângulo de 105mm via wireless grupo A e B

Esta imagem é como sua máquina encherga.

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ISO 100 – f16 – 1/15 de velocidade D7000 Nikon, nesta foto queria manter o mesmo diafragma que iria usar com o flash.

 

Esta imagem é com a luz que você não vê!

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ISO 100 – f16 – 1/125 de velocidade D7000 Nikon

O flash foi usado com ângulo de 105mm direcionado para o corpo da noiva.

 

Um still com a luz que você não vê!

 

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Uma foto still, do perfume da noiva, mas como foi montado a cena?

 

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Simples, perfume colocado em cima da boca do flash dedicado!

 

 

Veja como a imagem como todas as fotos com flash, tem destaque, agora porque tem este destaque?

Porque esta luz você não está vendo, nem seu cliente.

Ou seja fotografar a luz que você não vê, muitos diriam que é pra poucos, eu digo que é pra todos que queiram se destacar como fotografo profissional!

 

Invista em sua profissão, não existe diferencial hoje na fotografia apenas fotometrando ou subindo o ISO.

Se usam os mesmos plug-ins de pós finalização do lightroom

A diferença vai estar no profissional técnico, aquele que sabe usar as ferramentas de trabalho que estão a disposição dele.

 

Faça um investimento certo, faça cursos com nomes que realmente tenham conteúdo que acrescente na sua profissão.

 

Se você não quer fazer um curso comigo, www.leandronunesfoto.wordpress.com

te indico profissionais que EU FARIA INVESTIMENTO para minha profissão!

 

Renato Rocha Miranda

http://www.ilovemyjob.com.br

 

Eduardo Fuli

https://www.facebook.com/eduardo.fuli

 

Leo Neves

http://leoneves.net

 

Allan Elly

http://allanelly.com.br/

 

Daniel Marins

http://danielmarins.com.br/site/

 

Não tenho dúvida nenhuma, que estes profissionais vão enriquecer seus conhecimentos em relação ao flash dedicado, na sua profissão!

 

Sucesso pra vocês!

 

 

 

Fotografar com celular


Há tempos, utilizo smartphones para postar minhas viagens no Instagram, é uma pena que 99% dos usuários não sabem usar as opções de fotografia que eles podem nos proporcionar.

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Nesta foto, usei uma simples opção que o celular me proporciona para ter este feito de panning da locomotiva.

 

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Coloquei na cena noturna para ter uma exposição maior, como a motocicleta estava parada consegui o movimento somente na locomotiva.

Para garantir a foto, coloquei no modo de disparo contínuo.

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Drone para fotografar


Uso muito pouco meu Drone, mas quando uso, fica bem legal o resultado, estas fotografias foram feitas com a GoPro Hero 3 o drone foi QX 350 da  Blade  http://www.bladehelis.com/Helis/.

Este foi o drone que me adaptei, o GPS é mais estável e volta pra casa como nenhum outro é fácil de encontrar peças de reposição, porque você vai derrubar com toda certeza, várias vezes kkkkkkkk!

O preço está por volta de R$ 1800,00 a R$ 2100,00 completo pronto para voar, a GoPro não vem com ele.

 

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Valorização do Making masculino e a quebra de expectativa!


Poucos fotógrafos dão valor ao Making of masculino, me lembro que eu era um dos poucos fotógrafos, nos anos 90 a querer gastar filmes com isso, acreditando que o casamento não é apenas um sonho feminino.

E continuo com este mesmo sentimento, por isso peço para que o noivo antecipe o seu making para ter tempo de produzir, fotometrar e garantir imagens diferentes e tão bonitas como o da noiva.

É uma pena que o machismo e a ignorância prevalece na maioria dos noivos!

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E o que falar do book externo, hoje chamado de Trash the Dress…e vamos combinar, qual noiva deixa seu vestido um lixo de verdade!

Como é muito difícil encontrar uma noiva que queira estragar o que investiu e no Brasil se aluga mais do que se compra, os books externos caracterizados levaram o nome americanizado.

Andrea e Anderson, haviam combinado fotografar seu Trash the Dress em uma praia de Maceió, bom, estamos falando do CARIBE brasileiro…mas aí o tempo mudou e fechou com pancadas de chuva espaças, onde  faríamos o trabalho…e o resultado está aí, tirando o coelho da cartola quando é quebrada a nossa expectativa.

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