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Nikon SB 500, o pequeno que satisfaz!


Pensar em um custo benefício, eu diria que este flash responde a altura.

O SB500 da Nikon é um flash compacto e preciso, com uma novidade, LED embutido, isso mesmo, para os fotógrafos que não dominam o flash e preferem elevar o ISO e ver a luz que estão fotografando.

Lembrando, que este é um simples teste inicial com pessoas dentro de uma garagem, para sanar minha ansiedade sobre o aparelho rsrsrsrs!

Colocamos o flash dentro dos acessórios da Mako e utilizamos o led seco na amiga e modelo Aline Fiche.

Impressionante, o quanto ele se comporta bem, desde que você respeite a tecnologia dele.

Se você trabalhar com flash em carga total 1/1, com ISO 100, vai demorar de 4 a 5 segundos para ter o capacitor cheio novamente, mas se trabalhar com 1/16 para mais , ai pode clicar a vontade.

O Led não pode ficar muito tempo acesso em carga total, assim que esquenta, ele vai diminuindo a carga automaticamente para poupar o equipamento, são três níveis de potência, neste primeiro teste, demorou cerca de 20 a 30 minutos ligado direto, ai sim baixou 01 ponto na carga do LED.

Lembrando que o SB500, não aceita rádio trigger por ser um flash totalmente automatizado, nos testes usamos o flash pop-up via wirelles em modo comando, mas se você tiver um transmissor Nikon SU800 ou rádio que emule o sinal TTL como o Digi 8 TTL da Proflash , vai funcionar muito bem.

Vamos as imagens, preste atenção nesta primeira foto, colocamos ele dentro do Soft Box da Mako 90 x 120 cm e olha como ele respondeu super bem iluminando toda a modelo, veja a luz no chão.

Usamos carga total 1/1 em modo manual, o ISO foi 100 e o diafragma f5.6, suficiente para trabalhar internamente dentro de estúdios e residências a uma distância de 1,5m e se você tiver objetivas claras para desfocar o fundo, como objetivas f1.4, basta colocar 1/16 de potência, pronto para fotos conceituais.

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Nesta segunda foto, colocamos o SB500 dentro de uma colméia direto na modelo.

Usamos carga 1/64 em modo manual, o ISO foi 100, o diafragma f2 e velocidade de 1/125.

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Agora usamos o LED, ele seco a uns 2 metros de distância, trabalhou muito bem com a velocidade de 1/30, f2.8 e ISO 400, a modelo ficou bem iluminada com carga total do Led.

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Todas as luzes a 45 graus, de cima para baixo a uma distância de 1,5m a 2 m da modelo

Resumindo o FLASH Nikon SB500:

Funciona como Master e Remoto em CH3

Modo Manual

Modo I-TTL

Modo LED com 3 níveis de potência

Cabeça basculante, 180 x 90 graus

zoom fixo em 24mm DX e 16mm FX

Flash aprovado!

Abaixo vou colocar os acessórios utilizados e o link para vocês encontrarem o equipamento.

http://www.nikon.com.br/Nikon-Store/index.page

http://www.mako.com.br/

Colmeia_Refle_M Refle_Colmeia_G2_M Softbox_cRec_M Tripe_Master_M Strobist_Holder_M nikon_d7100_dslr_camera_body_927106 97413 353_4814_SB-500_front
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A lenda da profundidade de campo entre Full Frame x APS-C


Tenho visto muitas pessoas afirmando e matérias escrevendo que usar uma máquina Full Frame faz com que o fotografo trabalhe melhor e mais definido a profundidade de campo ou circulo de confusão a frente ou ao fundo do objeto focado!

Esta matéria é pra não deixar dúvidas sobre este assunto e você tirar suas próprias conclusões.

Tenho um amigo no meu face o Marcelo Floriano de Rezende que escreveu estes dias:

A mente humana é como um paraquedas, só funciona bem quando está aberta”.

Vamos lá, o que fizemos nestas duas fotos, a primeira foi com a Nikon D800 com a objetiva 50mm f2.8, a segunda com Nikon D7000 com a mesma objetiva e distância do objeto que no caso é o boneco do meu filho, a diferença é a superexposição na imagem para diferenciar na fusão.

O círculo de confusão ficou a cargo de lâmpadas de natal de led ao fundo da imagem.

Perceba o fator de corte, a imagem se encaixa super bem dentro da imagem Full Frame, mostrando que não há fator de multiplicação na imagem APS-C e sim fator de corte.

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Segunda imagem, veja o circulo de confusão no fundo , a profundidade de campo é a mesma.

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Ou seja, você está convencido agora que não existe diferença visível de profundidade de campo entre uma Full Frame e APS-C com a mesma objetiva e a mesma distância física?

Bom pra mim, ainda não vejo diferença suficiente para investir o dobro em uma Full Frame, mas vamos lá.

E se eu resolver fotografar com a mesma objetiva mas manter a proporção do corte, a D800 vai estar a frente e a D7000 vai estar atrás ou seja a D800 mais perto vai desfocar bem mais do que a D7000 que está atrás, veja com seus próprios olhos e tira sua conclusão!

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O agrupamento do círculo difere devido a distância física, mas o circulo de confusão é muito idêntico, a diferença existe sim, mas ela é muito pequena para seu olho ou seu cliente ver.

E sinceramente será que você é capaz de falar qual foto é a D800?

As duas com ISO 100, f5.6 1/2 de velocidade, lembrando que as duas estão com o mesmo preset interno.

A pergunta é:

Será que realmente vale a pena investir em uma máquina que custa R$ 8.000,00 onde a diferença de profundidade de campo a olho nú você não vê?

Sair da zona de conforto


O que é sair da zona de conforto na fotografia?

Podem ser várias situações, mas quero ilustrar os ângulos.

As possibilidades são enormes quando buscamos enquadramentos diferentes, saia da altura do olhos, abaixe, levante o máximo que puder, use acessórios para buscar ângulos diferenciados.

Esta foto eu usei o tripé uma D7000 com objetiva sigma fisheye 8mm f4 , ISO 3200 – 1/40 de velocidade