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Fotografar com celular


Há tempos, utilizo smartphones para postar minhas viagens no Instagram, é uma pena que 99% dos usuários não sabem usar as opções de fotografia que eles podem nos proporcionar.

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Nesta foto, usei uma simples opção que o celular me proporciona para ter este feito de panning da locomotiva.

 

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Coloquei na cena noturna para ter uma exposição maior, como a motocicleta estava parada consegui o movimento somente na locomotiva.

Para garantir a foto, coloquei no modo de disparo contínuo.

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Octobox da Mako com Flash Nikon SB 910


Trabalhar com flash fora da câmera com acessórios de estúdio não é novidade, nos anos 80, os fotógrafos de skate já inovavam com Vivitar 285 e haze embutidos, mas com o passar dos anos, os flashs compactos foram sendo colocados de lado e utilizados apenas em cima das câmeras para pequenas reportagens ou eventos sociais. Para fotografar em externas utilizavam muito tochas de estúdios com geradores de energia externos, mas esta parafernalhia nos tempos atuais ficou complexa e fora de moda. Os dedicados por sua vez começaram a tomar o espaço que nunca deveria ter perdido e fabricantes começaram a desenvolver acessórios para utilização de flashs dedicados fora da máquina e com VÁRIOS acessórios de estúdio.

Nesta matéria vamos falar do:

 

Octobox da MAKO

Transmissor SU 800 Nikon

Rádio Transmissor digi 8 TTL da Rádio Flash

 

Este ensaio foi feito na cidade mineira de São João del Rei, para mostrar a versatilidade do Octobox da Mako em externas diurnas e as noturnas em Santa Catarina.

 

Nesta primeira foto colocamos a modelo na sombra do Octobox da Mako por estar com sol a favor, assim fotometramos o fundo iluminado buscando o meio tom, que neste caso foi a grama e jogamos o flash na modelo sombreada.

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foto: Eduardo Braga

A velocidade neste caso foi em 1/250 o limite de sincronismo com a Nikon D7000 e o diafragma foi f 8, ideal para o flash SB910 em modo manual 1/1 de potência estourar dentro do Octobox da Mako com suas duas camadas de difusão o ISO 100 com rádio transmissor Digi 8 TTL.

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foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Neste outro set, usamos o softbox com apenas a difusão interna para ajudar a subexpor a luz ambiente contra.

A velocidade e ISO se manteve em 1/250 e 100 porém fechamos em dois pontos f 16, e flash em modo manual 1/1 com zoom em 50mm e deixamos entrar um pouco de flair na cena.

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foto: Eduardo Braga

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Cuidado quando estiver fotografando no limite do sincronismo para não deixar a velocidade subir sem querer, se isso acontecer você terá uma vinhetagem na sua fotografia.

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foto: Leandro Nunes – 1/400 f16 ISO 100

Neste último set diurno, usamos o Octobox da Mako sem difusão nenhuma, apenas o flash direto com o zoom em 18mm, para luz espalhar dentro do Octobox , a medição continua em 1/250 e f16 e flash 1/1 com o rádio transmissor Digi 8 TTL.

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Fotos: Eduardo Braga

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Você deve estar se perguntando, se no set anterior era f 16 com difusão, como mantém o mesmo f 16 sem a difusão?

 

É porque colocamos o ângulo do flash menor em 18mm, com isso alteramos a potência da luz sem mexer no EV de exposição mantendo ele em 1/1, com o zoom menor podemos dizer que o flash fica mais fraco, alcançando menor espaço físico entre a cabeça do flash e o objeto a ser iluminado.

 

Nestas fotos noturnas, o fotógrafo em geral tem muita dificuldade em trazer a luz ambiente da rua que é muito baixa.

O erro é trabalhar com velocidades mais altas com medo de tremer como esta foto em 1/60 com f5.6 e ISO 400.

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Foto: Leandro Nunes

Veja com a modelo aparece, mas perdemos a paisagem noturna.

O segredo é você colocar a modelo na sombra, fotometrar a luz refletida ao fundo e baixar a velocidade até 1/8 no máximo, se o fotômetro não zerar no fundo altere o ISO para mais sensibilidade 800,1600, 3200 até zerar a régua do fotômetro.

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Foto: Leandro Nunes

Não se preocupe em achar que sua imagem vai tremer, se a modelo estiver na sombra o flash congela o possível movimento dela e sua fotometria garante a luz de fundo.

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Foto: Marta Rossato

 

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Foto: Leandro Nunes

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Foto: Leandro Nunes

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Nestes sets usamos o flash em modo master wireless pelo transmissor da Nikon SU800 em modo TTL, colocando o flash em segunda cortina, o flash usado foi um SB910 em modo remoto.

Todas as fotos com o Octobox da Mako completo com as duas difusões, velocidade em 1/8 – f 5.6 ISO 800 – flash segunda cortina.

Agradecimento em Minas Gerais, Eduardo Braga, modelo Ruani Rodrigues e maquiador Eduardo Nepomuceno

Agradecimento em Santa Catarina, Marta Rossato( Aurea Fotografia), modelo Aline Giroto e maquidor Luciano Bernardes

Equipamentos utilizados:

www.mako.com.br

www.nikon.com.br

www.proflash.com.br

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Drone para fotografar


Uso muito pouco meu Drone, mas quando uso, fica bem legal o resultado, estas fotografias foram feitas com a GoPro Hero 3 o drone foi QX 350 da  Blade  http://www.bladehelis.com/Helis/.

Este foi o drone que me adaptei, o GPS é mais estável e volta pra casa como nenhum outro é fácil de encontrar peças de reposição, porque você vai derrubar com toda certeza, várias vezes kkkkkkkk!

O preço está por volta de R$ 1800,00 a R$ 2100,00 completo pronto para voar, a GoPro não vem com ele.

 

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Valorização do Making masculino e a quebra de expectativa!


Poucos fotógrafos dão valor ao Making of masculino, me lembro que eu era um dos poucos fotógrafos, nos anos 90 a querer gastar filmes com isso, acreditando que o casamento não é apenas um sonho feminino.

E continuo com este mesmo sentimento, por isso peço para que o noivo antecipe o seu making para ter tempo de produzir, fotometrar e garantir imagens diferentes e tão bonitas como o da noiva.

É uma pena que o machismo e a ignorância prevalece na maioria dos noivos!

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E o que falar do book externo, hoje chamado de Trash the Dress…e vamos combinar, qual noiva deixa seu vestido um lixo de verdade!

Como é muito difícil encontrar uma noiva que queira estragar o que investiu e no Brasil se aluga mais do que se compra, os books externos caracterizados levaram o nome americanizado.

Andrea e Anderson, haviam combinado fotografar seu Trash the Dress em uma praia de Maceió, bom, estamos falando do CARIBE brasileiro…mas aí o tempo mudou e fechou com pancadas de chuva espaças, onde  faríamos o trabalho…e o resultado está aí, tirando o coelho da cartola quando é quebrada a nossa expectativa.

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